Quarta-feira , 2 Dezembro 2020
Passos Coelho defende rumo do Governo

Passos Coelho defende rumo do Governo

17 de setembro de 2013

PEDRO PASSOS COELHO
 

Viseu: Passos Coelho defende rumo do Governo

Num discurso de 30 minutos, ontem à noite em Viseu, o presidente do PSD sublinhou que o endividamento que aconteceu desde 1999 até 2011 deixou o país sem “folga” para a educação, a cultura, a saúde ou a segurança social. “A dívida foi contraída sem que as pessoas se apercebessem dela, com artifícios, varrida para debaixo do tapete.” Não se espere portanto uma mudança no rumo: “Mal seria que uma campanha eleitoral não fosse de esperança”. Mas “não pode ser um exercício de eleitoralismo […] Não posso vir prometer fazer o contrário do que fizemos até hoje.”

in Diário de Notícias – 17-09-2013

in Jornal de Notícias – 17-09-2013

in Público – 17-09-2013

 

Governo, Belém e parceiros sociais: o consenso existe nos apelos à troika

À porta da oitava e nona avaliações ao programa de ajustamento português, sobressai um consenso entre o Governo, os parceiros sociais e o Presidente da República: todos pedem um alívio na austeridade de modo a preservar os ténues sinais positivos na economia.

in Diário Económico – 17-09-2013

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

 

Troika. União nacional para o défice de 4,5% com 5,5 mil milhões em cima da mesa

Começou mais uma maratona de Portugal com os seus credores, a oitava e a nona desde que o país pediu ajuda internacional. E promete. Desta vez, Portugal entrou a matar, com Paulo Portas a mostrar que é diferente de Vítor Gaspar. Em cima da mesa colocou logo a questão de flexibilizar o défice para os 4,5% em 2014, depois de ter ficado assente na sétima ronda que o valor é 4%. Com Passos calado sobre a possibilidade de pedir um alargamento das metas do défice, depois de ter dito que ainda “não há uma decisão” sobre essa matéria, o vice-primeiro-ministro insistiu no final de uma reunião com os parceiros sociais na ideia, dizendo até que “estranho seria, em nome do interesse nacional, que Portugal não mencionasse esse facto”.

in i – 17-09-2013

 

Uma campanha sem cobertura e com líderes condicionados

As caravanas partidárias arrancam hoje para a estrada em campanha para as eleições autárquicas de 29 de Setembro. A oposição procura cavalgar a onda do descontentamento popular em relação aos partidos do Governo. PSD e CDS, por seu lado, tentam minimizar o impacto das políticas nacionais a nível local e valorizar a presença forte dos social-democratas a nível autárquico. E terão que colmatar outra desvantagem: Passos Coelho e Paulo Portas, ocupados com a governação, terão menos tempo para dar a cara no terreno.

in Diário Económico – 17-09-2013

 

As primeiras eleições desde o memorando

A troika chegou a Portugal em Abril de 2011, depois de ter sido convocada pelo PS. Esse facto penalizou os socialistas nas eleições de Junho, que colocaram Passos Coelho como primeiro-ministro. Desde então, o Executivo tem vindo a aplicar as medidas impostas pelos credores internacionais no memorando de entendimento, para garantir as tranches do financiamento de 78 mil milhões de euros. Ainda que haja especificidades nas autárquicas, esta é a primeira vez que o actual Governo vai ser avaliado nas urnas. E há estudos que dizem que a tendência é penalizar o partido que está no poder.

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

 

CES aumenta risco de chumbo do corte nas pensões

A manutenção da Contribuição Extraordinária de Solidariedade sobre as pensões no Orçamento do Estado para 2014 aumenta a probabilidade de o corte das reformas pagas pela Caixa Geral de Aposentações chumbar no Constitucional. Apesar dos riscos, no Governo a decisão de acumular da CES com os cortes de 10% nas pensões da CGA é dada como certa. Ao “Diário Económico”, fonte do Executivo argumenta ser difícil encontrar outra medida que renda os cerca de 400 milhões de euros que a CES garante ao Orçamento.

in Diário Económico – 17-09-2013

in Diário de Notícias – 17-09-2013

in Jornal de Notícias – 17-09-2013

 

Artigos de opinião/ Comentários

A ministra mentiu vergonhosamente – Editorial de Ana Sá Lopes

in i – 17-09-2013

É para cortar? Que se corte – Editorial de Helena Garrido

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

Querida troikaTiago Freire

in Diário Económico – 17-09-2013

É a vida – Helena Matos

in Diário Económico – 17-09-2013

O Governo mais ‘troikista’ do que a ‘troika’ acabou – António Costa

in Diário Económico – 17-09-2013

Os impostos são só para os outros?José Vítor Malheiros

in Público – 17-09-2013

 

MARCO ANTÓNIO COSTA
 

Marco António Costa acusa socialistas de “ocultar a história”

Durante uma ação de campanha em Vila Real, o porta-voz do PSD, Marco António Costa, sustentou que “a troika não tem nada a ver com o Governo, a troika tem a ver com o PS” e “teria de ser no Largo do Rato que instalaria a sua sede” em Portugal. Depois de repetir que o PS conduziu o País “à pré-falência” e “trouxe a troika para Portugal”, sem referir o nome do anterior primeiro-ministro, o porta-voz do PSD acrescentou: “Eu sei que ao PS interessa ocultar a história, eu sei que ao PS interessa fazer o revisionismo histórico. Até chegam à circunstância de não convidar os seus mais recentes ex-líderes para se associarem à campanha eleitoral.”

in Diário de Notícias – 17-09-2013

in Público – 17-09-2013

in Jornal de Notícias – 17-09-2013

 

Uma campanha sem cobertura e com líderes condicionados

Passos Coelho e Paulo Portas, ocupados com a governação, terão menos tempo para dar a cara no terreno. Marco António Costa, o novo porta-voz, será assim o homem do PSD no terreno.

in Diário Económico – 17-09-2013

 

 
PSD

 

 Sem cobertura da TV, a campanha será marcada pelas questões locais

A questão da limitação de mandatos estará presente no debate que hoje começa. “Criou-se uma atmosfera tal que será impossível que a oposição não acuse Luís Filipe Menezes ou Fernando Seara de ter direitos diminuídos para se apresentar a votos”, justifica O politólogo António Costa Pinto tem a mesma opinião. “As questões locais serão predominantes: por um lado, os grandes ‘dinossauros’ do PSD – em Gaia e Porto – tentarão dissociar-se do PSD a nível nacional”, especifica Por outro lado, a “falta de cobertura das televisões vai diminuir a leitura nacional que se pode retirar da campanha”.

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

 

Louçã e Marques Mendes vão andar por aí, em campanha

A campanha para as eleições autárquicas juntou ontem dois ex-líderes partidários – Marques Mendes (PSD) e Francisco Louçã (BE) – em Vila do Bispo (Sagres), procurando redescobrir novos caminhos para a política portuguesa. A partir daquele lugar do “fim do mundo”, há cinco séculos partiram os marinheiros em busca de outros destinos. Agora são dois “peixes” das águas profundas que declaram que não estão na política activa, mas vão “andar por aí” a tomar o pulso à situação do país.

in Público – 17-09-2013

 

Período de transição para aumento das rendas pode ser alargado 

Os inquilinos mais idosos e com carência económica que vejam a renda antiga actualizada poderão ver alargado o actual período de transição de cinco anos em que os aumentos serão menos abruptos. Esta é uma das propostas apresentadas ontem aos grupos parlamentares do PSD e CDS pela coligação que apoia o candidato à Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Seara. As propostas chegam menos de um ano depois de a lei das rendas ter entrado em vigor, a 12 de Novembro de 2012.

in Diário Económico – 17-09-2013

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

 

Seguro fecha porta a compromisso com Governo após eleições

A recusa não poderia ser mais clara: “impossível”. Foi nestes termos que o António José Seguro comentou o desejo ontem manifestado por Cavaco Silva de que os partidos subscritores do memorando de entendimento com a troika firmem um “compromisso de médio prazo”. O Presidente da República recolocou a questão na agenda política num momento em que os representantes da troika estão em Portugal, por acreditar que o diálogo estabelecido entre PSD, CDS e PS, em julho, “deixou as suas sementes”. Um acordo após as autárquicas, seria, disse, percecionado positivamente pelos portugueses, cujos sacrifícios “todas as forças políticas querem ver reduzidos”.

in Jornal de Notícias – 17-09-2013

 

81 maçons “atacam” cargos autárquicos em 43 municípios

São mais de 80 os maçons que vão tentar conquistar cargos autárquicos em 43 autarquias um pouco por todo País (incluindo ilhas) entre candidatos a presidentes de câmara, vereadores, deputados municipais e presidentes de junta. Há 24 maçons que concorrem mesmo à presidência de autarquias maioritariamente em listas do PS e do PSD, mas também como independentes.

in Diário de Notícias – 17-09-2013

 

Artigos de opinião/ Comentários

Aversão – Fernando Jorge

in Correio da Manhã – 17-09-2013

É a vida – Helena Matos

in Diário Económico – 17-09-2013

 

Opinião dos leitores

O relatório da Oxfam

in Diário de Notícias – 17-09-2013

 

CAVACO SILVA
 

Cavaco Silva pede “bom senso” na oitava e nona avaliações

O Presidente da República afirmou ontem esperar que as avaliações da troika não comprometam a recuperação da economia nacional e que não sejam pedidos mais sacrifícios aos portugueses. Para o Presidente, é importante que, nas 8.ª e 9.ª avaliações, se tenha em conta “a situação económica e social do País”, bem como “o que já foi conseguido”. Cavaco Silva, que falou à margem de uma visita a empresas empreendedoras no Norte do País, pediu “bom senso” à troika.

in Correio da Manhã – 17-09-2013

in OJE – 17-09-2013

in OJE – 17-09-2013

in i – 17-09-2013

in Jornal de Notícias – 17-09-2013

 

“Não vale a pena apelar ao coração da ‘troika'”

Jerónimo não quer ouvir falar de apelos, como o do Presidente da República, ao bom senso da troika. Para o secretário-geral do PCP, ontem em campanha pela CDU no distrito de Lisboa, não é possível acreditar que “três funcionários, três mensageiros [da troika], com instruções precisas, tenham bom senso”. “Não têm bom nem mau senso. Aquilo que está previsto e anunciado é baixar salários e pensões.”

in Diário de Notícias – 17-09-2013

 

Convergência das pensões é um “novo imposto extraordinário”

Cavaco Silva considera que o diploma de convergência das pensões entre o sector público e privado aprovado no último Conselho de Ministros e a possibilidade de ser também aplicada sobre as pensões mais altas a contribuição extraordinária de solidariedade – é um novo imposto. “A criação de um novo imposto extraordinário sobre o rendimento dos pensionistas da Caixa Geral de Aposentações vai entrar ou acaba de entrar na Assembleia da República, onde será objeto de debate, é assim que deve ser.”

in Diário de Notícias – 17-09-2013

 

Governo, Belém e parceiros sociais: o consenso existe nos apelos à troika

À porta da oitava e nona avaliações ao programa de ajustamento português, sobressai um consenso entre o Governo, os parceiros sociais e o Presidente da República: todos pedem um alívio na austeridade de modo a preservar os ténues sinais positivos na economia. O Executivo quer uma meta do défice mais elevada, os parceiros pedem menos juros e mais tempo, Cavaco Silva apela ao “bom senso” à troika.

in Diário Económico – 17-09-2013

 

CES aumenta risco de chumbo do corte nas pensões

O Governo já entregou os cortes da CGA no Parlamento. Assim que for aprovada seguirá para Belém. Ontem, o Presidente da República prometeu uma “análise rigorosa” ao diploma sobre “a criação de um novo imposto extraordinário sobre o rendimento dos pensionistas da CGA”. Ainda este ano, quando pediu ao TC que analisasse o Orçamento de 2013, Cavaco Silva classificou a CES de “confiscatória e expropriativa”.

in Diário Económico – 17-09-2013

 

Nova Lei das Finanças Locais ‘ajusta’ municípios e divide autarcas

A 22 de agosto, o Presidente da República promulgou a Lei das Finanças Locais, que os municípios e freguesias tinham começado por rejeitar e depois acordaram com o Governo. Mas a sua assinatura, a 18 de julho, pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), abriu uma guerra entre autarcas com as eleições de 29 de setembro como pano de fundo. O Governo rubricou o que diz ser “um dos pilares essenciais da reforma da Administração Local”, como defendeu o ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional. Miguel Poiares Maduro sublinhou que, com esta nova versão da lei, “o esforço do consenso” trouxe “ganhos de legitimidade política, melhora as condições da sua implementação e beneficia o equilíbrio nas soluções”. Mas as soluções encontradas esbarram numa avaliação distinta entre os autarcas.

in Diário de Notícias – 17-09-2013

 

Artigos de opinião/ Comentários

Não temos juízo. Mas pedimos bom senso à TroikaCamilo Lourenço

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

É para cortar? Que se corte – Editorial de Helena Garrido

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

 

Opinião dos leitores

Abrir portas à competência dos mais jovens

in Diário de Notícias – 17-09-2013

 

 
 

 

Líder do PS não acredita nas sondagens eleitorais

“A vida política está cheia de vencedores nas sondagens e que são vencidos na noite das eleições”, disse, ontem, António José Seguro, depois da atuação de vários tipos de dança hip hop, na Praça Luís de Camões, na Baixa de Cascais, onde se passeou com a candidatura de João Cordeiro. Uma arruada animada por dez jovens, entre os 20 e 25 anos, que vivem em Almada e habitualmente dançam nas ruas da Baixa lisboeta. É Gonçalo Beira, breakdancer, professor no Chapitô, que os recruta. Não quis dizer quanto vão receber por animar a candidatura Cordeiro e justifica o apoio com a divulgação deste tipo de cultura de rua.

in Diário de Notícias – 17-09-2013

 

Uma campanha sem cobertura e com líderes condicionados

Com o país sob um intenso programa de austeridade e a troika acabada de aterrar em Lisboa para a oitava e nona avaliações, as caravanas partidárias arrancam hoje para a estrada em campanha para as eleições autárquicas de 29 de Setembro. Para o PS esta é uma oportunidade de ouro para conseguir ultrapassar o poder da direita a nível local, daí que os socialistas apostem na presença de António José Seguro em toda a campanha. O líder tem a agenda totalmente preenchida até dia 27, devendo estar presente em todos os distritos do país nestes duas semanas. Seguro joga nestas eleições também o futuro da sua liderança. Várias vozes internas já vieram criticar a fasquia “pouco ambiciosa” que o secretário-geral traçou nesta corrida, fixando o objectivo de vitória no número total de votos em vez de no número de câmaras conquistadas.

in Diário Económico – 17-09-2013

in Público – 17-09-2013

 

Educação: Seguro quer convergência para a reforma

O secretário-geral do PS acusou o Governo de estar numa deriva liberal para destruir a educação pública e defendeu uma ampla convergência de médio prazo em torno de uma reforma estrutural para maior autonomia das escolas. “Portugal não tem um verdadeiro Ministério da Educação, mas sim um ministério da administração escolar”, disse esta segunda-feira António José Seguro, antes de defender uma reforma estrutural no sentido de uma maior autonomia das escolas – reforma que, na sua perspectiva, deverá estar assente “numa ampla convergência política para duas ou três legislaturas”.

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

 

PS | Não reúne com Governo

O líder socialista, António José Seguro, afirmou ontem que “não haverá nenhuma reunião entre o PS e o Governo durante este processo de avaliação” da troika. E acrescentou que é impossível qualquer possibilidade de consenso com o Governo após as eleições autárquicas e que a política de cortes está a levar o País ao abismo.

in Correio da Manhã – 17-09-2013

in Correio da Manhã – 17-09-2013

in i – 17-09-2013

in Jornal de Notícias – 17-09-2013

in OJE – 17-09-2013

 

Sem cobertura da TV, a campanha será marcada pelas questões locais

Os líderes dos partidos, nomeadamente dos partidos mais à esquerda, vão aproveitar os eventos públicos para criticar o Governo. Este Domingo, António José Seguro foi a São Pedro do Sul pedir ao Executivo para “parar com os cortes”.

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

 

Seara acusa Governo

O candidato da coligação PSD/CDS em Lisboa, Fernando Seara, disse ontem que o autarca da capital, António Costa (PS), teve muita ajuda do Governo. “O Governo deu tudo ao Costa por causa do Seguro”, afirmou Seara, num debate promovido pela Associação de Estudantes do Instituto Superior Técnico. Já António Costa respondeu que Seara parecia ser da “oposição”, defendendo, entre outras ideias para a capital, um plano de alteração do pavimento até 2017.

in Correio da Manhã – 17-09-2013

 

Artigos de opinião/ Comentários

É a vida – Helena Matos

in Diário Económico – 17-09-2013

Os demónios da esquerda – João Miguel Tavares

in Público – 17-09-2013

 

Opinião dos leitores

Seguro, pagador de promessas

in Jornal de Notícias – 17-09-2013

 

 
 

Entrevista a Isabel do Carmo

“O PS é um partido do sistema, não vai cortar com a troika e vamos continuar presos à casa de penhores. Mas tenho confiança que saiba preservar os pilares da educação, da saúde e da segurança social. O que gostaria era que o governo socialista fizesse um governo de unidade com o PCP, com o Bloco de Esquerda e com independentes. Não estou a ver grande jeito, mas gostava.”

in i – 17-09-2013

 

Audição na AR

O PS apresentou ontem um pedido para ouvir de forma urgente a administração da RTP no Parlamento, para que esta apresente esclarecimentos acerca do futuro da empresa e dos seus centros regionais.

in Correio da Manhã – 17-09-2013

 

Artigos de opinião/ Comentários

É para cortar? Que se corte – Editorial de Helena Garrido

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

Os demónios da esquerdaJoão Miguel Tavares

in Público – 17-09-2013

 

PAULO PORTAS
 

Executivo convicto de que consegue financiar meta do défice de 4,5%

A troika quer primeiro assegurar que a parte mais difícil do trabalho do Governo – implementar medidas de austeridade pelo quarto ano consecutivo – é feita: Depois, a meta do défice até pode vir a ser flexibilizada. Uma das preocupações é, sabe o “Diário Económico”, avaliar as alternativas que a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, tem para colmatar potenciais chumbos das iniciativas do Governo por parte do Tribunal Constitucional. Acima de tudo, a troika não quer que uma eventual flexibilização resulte num relaxamento do esforço estrutural de ajustamento. Por causa da crise política de Julho e dos chumbos do TC, os investidores voltaram a desconfiar da capacidade portuguesa de cumprir os compromissos assumidos.

in Diário Económico – 17-09-2013

 

Troika. União nacional para o défice de 4,5% com 5,5 mil milhões em cima da mesa

Começou mais uma maratona de Portugal com os seus credores, a oitava e a nona desde que o país pediu ajuda internacional. E promete. Desta vez, Portugal entrou a matar, com Paulo Portas a mostrar que é diferente de Vítor Gaspar. Em cima da mesa colocou logo a questão de flexibilizar o défice para os 4,5% em 2014, depois de ter ficado assente na sétima ronda que o valor é 4%. Com Passos calado sobre a possibilidade de pedir um alargamento das metas do défice, depois de ter dito que ainda “não há uma decisão” sobre essa matéria, o vice-primeiro-ministro insistiu no final de uma reunião com os parceiros sociais na ideia, dizendo até que “estranho seria, em nome do interesse nacional, que Portugal não mencionasse esse facto”.

in i – 17-09-2013

in Diário de Notícias – 17-09-2013

in OJE – 17-09-2013

in Correio da Manhã – 17-09-2013

 

O que separa uma linha cautelar de um novo resgate

Com um cautelar continua a ser exigida disciplina orçamental? Sim, mas há multas diferenças. Se as próximas avaliações correrem bem, o país aproxima-se do final do programa de ajustamento. No entanto, Paulo Portas recordou ontem que isso não significa o fim das obrigações mas sim do “protectorado”. Isto implica também pensar no período seguinte a Junho de 2014, salientou Portas, deixando claro que o desejado programa cautelar não é o mesmo que um segundo resgate. “Programa cautelar é o que a Irlanda vai começar a negociar, segundo resgate foi o que a Grécia teve. Não há comparação possível entre as duas coisas”, referiu o vice-primeiro-ministro.

in Diário Económico – 17-09-2013

 

Governo, Belém e parceiros sociais: o consenso existe nos apelos à troika

À porta da oitava e nona avaliações ao programa de ajustamento português, sobressai um consenso entre o Governo, os parceiros sociais e o Presidente da República: todos pedem um alívio na austeridade de modo a preservar os ténues sinais positivos na economia. Embora os representantes patronais queiram ir mais longe do que o Executivo, dão, ainda assim, força à vontade de negociação expressa pelo vice-primeiro-ministro. Paulo Portas já defendeu que 4,5% do PIB é a meta mais apropriada para o défice em 2014. Aliás, o Governo já tinha tentado negociar este valor na sétima avaliação, mas falhou.

in Diário Económico – 17-09-2013

 

Uma campanha sem cobertura e com líderes condicionados

As caravanas partidárias arrancam hoje para a estrada em campanha para as eleições autárquicas de 29 de Setembro. A oposição procura cavalgar a onda do descontentamento popular em relação aos partidos do Governo. PSD e CDS, por seu lado, tentam minimizar o impacto das políticas nacionais a nível local e valorizar a presença forte dos social-democratas a nível autárquico. E terão que colmatar outra desvantagem: Passos Coelho e Paulo Portas, ocupados com a governação, terão menos tempo para dar a cara no terreno.

in Diário Económico – 17-09-2013

 

Ministros fogem às questões sobre a CES

Nem Paulo Portas nem Pedro Mota Soares nem o ministério das Finanças responderam à questão que está a ser colocada por todos os pensionistas: a contribuição extraordinária de solidariedade vai manter-se em 2014? A pergunta foi repetida pelos jornalistas aos parceiros sociais, que informaram que o Governo não esclareceu esta questão. E no momento em que foi colocada ao vice-primeiro-ministro, Paulo Portas passou a palavra a Pedro Mota Soares, que também não tocou no assunto.

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

 

Agenda

Amanhã, o ministro Paulo portas recebe o ministro dos Negócios Estrangeiros do Chipre.

in Correio da Manhã – 17-09-2013

 

Artigos de opinião/ Comentários

Querida troika – Tiago Freire

in Diário Económico – 17-09-2013

É a vida – Helena Matos

in Diário Económico – 17-09-2013

O Governo mais ‘troikista’ do que a ‘troika’ acabou – António Costa

in Diário Económico – 17-09-2013

 

 
 

Período de transição para aumento das rendas pode ser alargado

Os inquilinos mais idosos e com carência económica que vejam a renda antiga actualizada poderão ver alargado o actual período de transição de cinco anos em que os aumentos serão menos abruptos. Esta é uma das propostas apresentadas ontem aos grupos parlamentares do PSD e CDS pela coligação que apoia o candidato à Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Seara. As propostas chegam menos de um ano depois de a lei das rendas ter entrado em vigor, a 12 de Novembro de 2012. A lei em vigor, da responsabilidade da ministra Assunção Cristas que tutelava a pasta na altura, prevê algumas excepções para os idosos com mais de 65 anos com baixos rendimentos, como um período de transição de cinco anos com aumentos mais suaves do valor da renda. Com a nova proposta, como explicou o deputado do PSD, António Proa, o período de transição será alargado e não será fixado um prazo.

in Diário Económico – 17-09-2013

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

 

Seguro fecha porta a compromisso com Governo após eleições

A recusa não poderia ser mais clara: “impossível”. Foi nestes termos que o António José Seguro comentou o desejo ontem manifestado por Cavaco Silva de que os partidos subscritores do memorando de entendimento com a troika firmem um “compromisso de médio prazo”. O Presidente da República recolocou a questão na agenda política num momento em que os representantes da troika estão em Portugal, por acreditar que o diálogo estabelecido entre PSD, CDS e PS, em julho, “deixou as suas sementes”. Um acordo após as autárquicas, seria, disse, percecionado positivamente pelos portugueses, cujos sacrifícios “todas as forças políticas querem ver reduzidos”.

in Jornal de Notícias – 17-09-2013

 

Uma campanha sem cobertura e com líderes condicionados

Com o país sob um intenso programa de austeridade e a troika acabada de aterrar em Lisboa para a oitava e nona avaliações, as caravanas partidárias arrancam hoje para a estrada em campanha para as eleições autárquicas de 29 de Setembro. A oposição, em especial o PS, procura cavalgar a onda do descontentamento popular em relação aos partidos do Governo. PSD e CDS, por seu lado, tentam minimizar o impacto das políticas nacionais a nível local e valorizar a presença forte dos social-democratas a nível autárquico. A agenda do CDS será dividida entre Nuno Melo, Diogo Feio, Pedro Mota Soares ou João Almeida.

in Diário Económico – 17-09-2013

 

A sombra de Daniel Campelo marca as eleições na cidade “antitouradas”  

Quando os eleitores forem às urnas a 29 de setembro, um nome vai estar presente, mesmo sem constar nos boletins de voto: Daniel Campelo. O ex-secretário de Estado das Florestas e antigo autarca de Ponte de Lima, pelo CDS-PP, foi desejado por uma corrente do PSD local para ser candidato, em coligação, à câmara. Após meses de discussão interna, prevaleceu o nome do presidente da distrital laranja, Eduardo Teixeira, que ainda ouviu o presidente da concelhia, antes de se demitir contra esta escolha, afirmar que era Campeio que estava em melhor posição para roubar a câmara ao PS, ao fim de vinte anos. Alheio a tudo seguiu José Maria Costa, que em 2009 sucedeu a 16 anos de poder de outro socialista, Defensor Moura, e que tenta a primeira reeleição.

in Diário de Notícias – 17-09-2013

 

Artigos de opinião/ Comentários

É para cortar? Que se corte – Editorial de Helena Garrido

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

 

JOÃO SEMEDO E CATARINA MARTINS
 

Sem cobertura da TV, a campanha será marcada pelas questões locais

Os líderes dos partidos, nomeadamente dos partidos mais à esquerda, vão aproveitar os eventos públicos para criticar o Governo. Ontem, João Semedo afirmou que o objectivo do partido é que as autárquicas “constituam uma derrota política para a direita e para o Governo”. Mas mesmo estes intervenções, reforça Soromenho-Marques, serão “apenas para o ‘soundbyte’. Será um debate pobre: diz-se que é preciso mudar, mas sem dizer como”.  Hoje, Catarina Martins visita Torres Novas e o Porto.

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

in Diário Económico – 17-09-2013

 

Bloco quer uma “Casa da Música” no Parque Mayer, em Lisboa

João Semedo, candidato do BE à câmara de Lisboa, propôs ontem a construção de uma “Casa da Música” no Parque Mayer, em Lisboa. Numa visita ao local, agora dominado pelas obras de reabilitação do antigo Teatro Capitólio e ocupado por um parque de estacionamento, Semedo defendeu que o Plano de Pormenor do Parque Mayer deve ser revisto para incluir a “Casa da Música”.

in Público – 17-09-2013

 

Arruada na Baixa traz Catarina Martins ao Porto

O Bloco de Esquerda celebra hoje o início oficial da campanha eleitoral com uma arruada em Santa Catarina, na Baixa do Porto. Os candidatos à presidência da Câmara do Porto e de Gaia, José Soeiro e Eduardo Pereira, trazem as propostas do BE para as ruas da Invicta, contando com o apoio da coordenadora do Bloco. Catarina Martins estará ao lado dos dois candidatos na caminhada pela principal artéria comercial da cidade. A arruada arranca às 17.30 horas. Uma hora e meia antes, Catarina Martins aproveitará a presença no Porto para visitar a urbanização das Condominhas com José Soeiro. Para a noite, está marcado um comício-festa no Rivoli, que serve para fazer a defesa do teatro municipal “livre”.

in Jornal de Notícias – 17-09-2013

 

81 maçons “atacam” cargos autárquicos em 43 municípios

Por muito que os grão-mestres insistam que a maçonaria não se intromete na política, o que é certo é que há forças políticas com menos candidatos às próximas eleições autárquicas do que as duas principais obediências nacionais. São mais de 80 os maçons que vão tentar conquistar cargos autárquicos em 43 autarquias um pouco por todo País (incluindo ilhas) entre candidatos a presidentes de câmara, vereadores, deputados municipais e presidentes de junta. Do Grande Oriente Lusitano é o músico Carlos Mendes, que, embora não, seja candidato, é o mandatário da candidatura do Bloco de Esquerda à Câmara de Lisboa, liderada por um dos líderes do partido: João Semedo. Independentemente de quem vença a corrida aos órgãos autárquicos na capital, é certo que haverá maçons nas sessões da assembleia e do executivo.

in Diário de Notícias – 17-09-2013

 

PEDRO FILIPE SOARES
 

Nada a assinalar.

BE
 

Louçã e Marques Mendes vão andar por aí, em campanha

A campanha para as eleições autárquicas juntou ontem dois ex-líderes partidários – Marques Mendes (PSD) e Francisco Louçã (BE) – em Vila do Bispo (Sagres), procurando redescobrir novos caminhos para a política portuguesa. A partir daquele lugar do “fim do mundo”, há cinco séculos partiram os marinheiros em busca de outros destinos. Agora são dois “peixes” das águas profundas que declaram que não estão na política activa, mas vão “andar por aí” a tomar o pulso à situação do país.

in Público – 17-09-2013

 

Os ventos que deitaram por terra a promessa chinesa

Em Pequim, há uma linha que separa um anúncio de uma promessa A China Three Gorges (CTG) anunciou, no final de 2011, uma fábrica de turbinas eólicas em Portugal. Hoje, a mesma CTG nota que nos contactos com o Governo português esse projecto era um “best effort”, e não um compromisso oficial. O “chairman” da CTG, Cao Guangjing, diz que as políticas sobre as eólicas se alteraram “substancialmente” e que este não é o “momento certo” para investir. Mas terá a promessade uma fábrica pesado na escolha da Three Gorges como vencedora da privatização da EDP? Na semana passada, o Bloco de Esquerda, através da deputada Mariana Mortágua, questionou o Ministério das Finanças sobre este projecto. No sábado, o ministro do Ambiente e Energia, Jorge Moreira da Silva, revelou que irá pedir informações à CTG.

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

 

JERÓNIMO DE SOUSA
 

“Não vale a pena apelar ao coração da troika”

Jerónimo não quer ouvir falar de apelos, como o do Presidente da República, ao bom senso da troika. Para o secretário-geral do PCP, ontem em campanha pela CDU no distrito de Lisboa, não é possível acreditar que “três funcionários, três mensageiros [da troika], com instruções precisas, tenham bom senso”. “Não têm bom nem mau senso. Aquilo que está previsto e anunciado é baixar salários e pensões.”

in Diário de Notícias – 17-09-2013

 

Sem cobertura da TV, a campanha será marcada pelas questões locais

Os líderes dos partidos, nomeadamente dos partidos mais à esquerda, vão aproveitar os eventos públicos para criticar o Governo. Hoje, Jerónimo de Sousa estará na Chamusca, Entroncamento e Tomar.

in Jornal de Negócios – 17-09-2013

in Diário Económico – 17-09-2013
Arruada com críticas a António Costa e ao Partido Socialista

As bandeiras e a banda encheram a Rua Morais Soares, em Lisboa, ontem, durante uma arruada que contou com a presença do candidato à Câmara de Lisboa e do secretário-geral do PCP. Ambos apontaram baterias ao PS: “Em Lisboa, os que são todos iguais alternam-se no governo da cidade já lá vão 12 anos e são os mesmos que se alternam no Governo do país há 37 anos”, disse João Ferreira. Também o secretário-geral criticou os socialistas, recuperando a troika: “Como é que querem assinar esse pacto e depois, nas autarquias, dizer que estão preocupados com o aumento do IMI, com as privatizações e os serviços públicos?” afirmou.

in Público – 17-09-2013

 

Artigos de opinião/ Comentários

É a vida – Helena Matos

in Diário Económico – 17-09-2013

 

 
 

Maria Luís Albuquerque favorável a swap da Estradas de Portugal que agora mandou cancelar

A técnica do Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP) que deu o parecer positivo ao swap contratado pela Estradas de Portugal foi Maria Luís Albuquerque, actual ministra das Finanças, avançou ontem o ex-presidente da empresa, Almerindo Marques, na comissão parlamentar de inquérito aos instrumentos de gestão de risco financeiro. O gestor respondia ao deputado do PCP Paulo Sá sobre o conhecimento do actual executivo sobre o recurso ao instrumento de gestão de risco financeiro. O antigo presidente da EP afirmou que a actual ministra das Finanças conhecia a operação desde o início, já que foi a técnica do IGCP que deu o parecer favorável à operação.

in i – 17-09-2013

 

Milhares de alunos começam ano sem professores

O PCP apresenta hoje um projeto de resolução com o intuito de “pôr fim à sangria de meios humanos, professores, auxiliares, técnicos, psicólogos” que o Governo “leva a cabo” no início deste ano. “Não é de agora o ataque à escola pública.

in Diário de Notícias – 17-09-2013

 

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